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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Diagnóstico errado e precose.

Então meninas demorei mas voltei.
Aconteceram algumas coisas aqui em casa e foram complicadas.
Pra quem não sabe Nicolas tem atraso de fala ele está com dois anos e oito meses e não fala. Então fomos procurar ajuda especializada para podermos entender desse atraso é poder ajudar ele da melhor forma possível e aí começou minha jornada. Pois a primeira profissional que fomos nos deu um diagnóstico errado para o Nicolas.
Mas Priscila como você sabe que estava errado?
Porque coração de mãe nunca se engana quando ela me deu o diagnóstico eu não acreditava nele e fui procurar uma segunda opinião é foi aí que conheci uma junta médica que trabalha aqui em Piracicaba que trabalha a 10 anos no ramo de fisioterapia e fonoaudiólogia especializada em crianças.
E fomos fazer as consultas e terapias começamos com terapia ocupacional e por ela o diagnóstico que a primeira médica tinha nos dado estava completamente errado pois Nicolas não tinha sintomas que indicavam.
Amanhã iniciaremos com a fonoaudiologia para podermos entender melhor o pq do atraso ,pois o atraso dele é só de fala pois ele consegue se comunicar de outras formas.
E assim que formos evoluindo no tratamento corro aqui é explico mais um pouco pra vocês.
Nicolas ainda vai passar com uma neurologista ,uma fisioterapeuta e uma pscicologa. Ainda temos muita coisa pela frente.
Nunca acredite no primeiro diagnóstico que dão pra vocês, mesmo assim quando você desconfiar que algo está acontecendo com seu filho(a) converse sempre com o pediatra e sempre procure uma segunda opinião. Pois se eu tivesse confiado no primeiro diagnóstico eu estaria fornecendo pro meu filho um tratamento completamente diferente do que ele realmente precisa.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Mastite!!!





Mastite


O que é mastite?

A mastite é uma inflamação que pode ser prevenida facilmente mas que se manifestada irá precisar de medicamentos

A mastite é uma inflamação das glândulas da mama causada pelo acúmulo de leite e acontece com maior frequência no pós-parto, principalmente na primeira gestação. A mastite pode ocorrer em uma mama ou nas duas e as características são mamas vermelhas, endurecidas, doloridas e quentes.

A forma de evitar a inflamação é não permitir o acúmulo de leite nos ductos. Nesses casos, as mamães devem realizar uma massagem nos seios no chuveiro quente após a mamada. Para retirar o leite excedente, basta fazer uma massagem na auréola e no restante da mama com a mão espalmada. Depois, deve-se segurar o seio com o polegar em cima do bico e o indicador embaixo e fazer um movimento de ‘aperta e solta’.

O tratamento da mastite é feito normalmente com anti-inflamatórios, antibióticos e compressas de gelo. Qualquer método deve ser indicado exclusivamente pelo médico que acompanha a mamãe e o bebê.

Geralmente, a mastite é diagnosticada clinicamente a partir da presença de sinais característicos, como uma área localizada e dolorida em um seio em associação aos sinais sistêmicos, como febre e mal-estar.

A técnica de amamentação deve ser amplamente aplicada, e a mãe deve ser orientada a esvaziar a mama com freqüência (e por completo) para reduzir os riscos de mastite. Essa infecção pode ser desencadeada por feridas nos mamilos, que por sua vez são causadas por uma irritação mecânica secundária à sucção inadequada, anomalias orais da criança (como fenda palatina, por exemplo) ou por infecções, bacteriana ou fúngica.

Outros fatores de risco de mastite são: fissura dos mamilos, estase localizada de leite, uso de piercing nos mamilos, protetores plásticos para o mamilo, sutiã apertado, bomba para extração de leite, má nutrição materna, história de mastite, mães primíparas, presença de freio de lábio pequeno e perda de uma mamada pelo lactente.

O bloqueio dos ductos originado pela não remoção completa do leite, causa dor local no seio e também pode causar mastite. A mama acometida geralmente apresenta uma área endurecida, dolorida e avermelhada e, com freqüência, podem ser observadas bolhas doloridas e claras nos mamilos com cerca de 1 mm. A remoção da bolha com uma agulha estéril ou através da fricção com um tecido pode ser de grande ajuda. Para o alívio do bloqueio dos ductos mamários, também se recomenda aumento da freqüência das mamadas, uso de compressas ou banhos mornos, massagens no sentido do mamilo e evitar o uso de roupas.

Os clínicos devem tratar a mastite precocemente e recomendar a manutenção da amamentação – uma vez que essa inflamação não representa nenhum risco ao lactente – para prevenir uma complicação freqüente, o abscesso na mama. Este apresenta sinais clínicos semelhantes à mastite, exceto pela presença de uma área de consistência firme e que, freqüentemente, apresenta flutuação. A ultra-sonografia da mama pode confirmar este diagnóstico.

Uma vez desenvolvido o abscesso, a drenagem cirúrgica ou a aspiração por agulha é necessária e às vezes precisa ser repetida. A secreção dos abscessos deve ser examinada através de cultura, e a administração de antibióticos deve ser prescrita. A amamentação pode ser mantida em uma mãe que apresenta abscesso de mama em tratamento, salvo quando a nutriz estiver gravemente enferma ou se a boca da criança ocluir a incisão cirúrgica durante a mamada.

Minha experiencia.


Para quem leu os posts anteriores eu tinha dito que tive 4 mastites nos seis primeiros meses de amamentação do Nicolas.
A primeira vez que eu tive a mastite foi leve, fui na emergência a medica de plantão me passou um anti-inflamatório.
Com três dias meu seio já tinha desinchado e continuei amamentando mais tive a péssima ideia de seguir uma dica de usar uma concha mamaria para criar bico pois eu não tinha então o Nicolas não conseguia fazer a pega correta.
Com o uso da concha tive mastite nos dois seios, e dessa vez foi bem pior que a primeira pois sentia muita dor ao amamentar era uma sensação terrível, pois um momento que eu era apaixonada que era a amamentação se tornou em momentos de dor.
voltei na emergência e a medica me passou um antibiótico forte e me disse para continuar a amamentar.
Foi ai que fui pesquisar e conversar com pessoas que realmente entendiam de amamentação.
Nicolas aqui em casa depois disso passou a mamar em livre demanda e eu usava uma pulseira no lado do seio que ele mamava eu colocava uma pulseira e deixava ele esvaziar o seio todo nessa mamada e na próxima mamada deixava ele esvaziar o outro.
Depois que passei a fazer isso nunca mais tive nenhuma mastite pois ela se da com o acumulo do leite nos seios e como eu deixava ele esvaziar o seio todo não tinha risco de dar de novo.
Bom meninas espero ter ajudado pois quando eu tive o nicolas só tive conselhos ruins que me prejudicaram.     

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Mala da maternidade!!!


Mala da maternidade.

O primeiro passo é saber quando seu bebê nasce, ele vai nascer no clima frio, ou no clima mais quentinho, ou seja inverno, verão ou meia estação. Se for inverno invista em roupinhas de plush e de lã mais quentinhas, mas se for no calor vale as roupinhas de malha mais finas.
Segundo passo é consultar a maternidade onde o bebê vai nascer, provavelmente lá terá uma lista onde eles orientam mais ou menos o que você deve levar. Eu tive o Nicolas na Perinatal e no site eles disponibilizam uma lista com tudo que a mamãe deve levar pra maternidade e isso me ajudou muito. 

É aconselhável que as malas estejam prontas quando você já estiver com 36 semanas de gestação. 

Assim você evita estresse nos minutos finais, quando poderá estar em trabalho de parto e com a mente totalmente focada no que vem pela frente!

Mala do bebê

Então, na malinha do Nicolas foi:
  • 2 toalhas de banho com forro mais fino e delicado
  • 1 manta leve, de soft
  • 2 manta de linho
  • 4 cueiros
  • 8 fraldinhas de boca
  • 5 saquinhos com trocas de roupa completas (body ou camiseta + culote + meia + luva + macacão)
  • 1 saquinho com algumas peças avulsas (bodies manga curta, culote, macacão e touquinhas)
  • 1 sabonete líquido da granado, indicado para recém nascidos
  • 1 pomada para prevenção de assaduras
  • 1 pacote de lenços umedecidos
  • 1 escova de cabelo
  • 1 pacote de fraldas para Recém Nascido
  • 1 álcool em gel para as mãos
  • 1 saquinho de tecido para as roupas sujas
  • Lembrancinhas
  • Enfeite de porta

É bastante roupa, mas os hospitais pedem roupinhas reservas para garantir que não haja imprevisto. 

Lembre-se de lavar tudo antes com sabão de coco ou neutro e de separar as roupas que sejam adequadas para a época do ano. 

É verdade que os bebês ao nascer precisam ser mantidos em temperatura mais quente, mas não exagere nos agasalhos, porque eles podem deixar seu filho desconfortável. 

Se estiver na dúvida, peça orientação às enfermeiras da maternidade nas primeiras trocas. 

As maternidades preferem que os bebês não usem lacinhos nem pulseirinhas, que podem acabar se perdendo nas trocas. 

Atenção: Além da mala, na hora de sair de casa há outros itens que você deve se lembrar de pegar. Faça uma lista e deixe bem visível para verificar, na pressa de sair, se não esqueceu nada:

  • carteirinha do plano de saúde
  • cartão de pré-natal ou carta do médico com informações do pré-natal
  • documentos pessoais


A mala da mamãe


  • 3 tops para amamentação
  • 6 calcinhas de cotton com cós mais alto
  • 2 cinta pós parto
  • 3 camisola de malha com abertura
  • 1 vestido curto com abertura para amamentação
  • Roupa para sair da maternidade (que pode ser a mesma da entrada)
  • 1 chinelo (tipo havaianas)
  • 2 pares de meias
  • 2 pacotes de absorventes noturnos
  • 1 pacote de absorventes para seios
  • 1 pomada Lansinoh para fissura nos mamilos (caso precise)
  • 1 kit miniatura com shampoo, condicionador, sabonete líquido, creme para o rosto, etc

Necessarie com itens de uso pessoal (meus e do marido) como escova e pasta de dentes, fio dental, desodorante, escova de cabelo, maquiagem básica pra ficar com carinha saudável.

Mala do papai

  • Pijama, chinelo e outras coisas do marido
  • Notebook, carregadores de celular e máquina fotográfica
  • Bebidas como água de coco e sucos, biscoitinhos, etc
  • Dinheiro, cartões e documentos 
 Espero ter ajudado!!!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

O parto!!!


Sensação mais maravilhosa do mundo e quando você ouve pela primeira vez o chorinho do seu tao esperado bebe. 



Quando você vê pela primeira vez o rostinho dele. 

E uma sensação de alivio quando o pediatra te entrega seu filho e diz que esta tudo bem com ele.
Para nosso alivio Nicolas já nasceu gritando e fazendo xixi no pediatra, depois de toda a preocupação com a saúde de seus rins durante gravidez e um alivio ouvir o pediatra falando que ele fez xixi nele. kkkk 

 

Maravilhoso você pegar seu filho no colo e saber que tudo ficara bem e que as preocupações agora são outras.  



Minha ultima semana!!!




Minha ultima semana gravida foi bem estressante e de muita ansiedade.
Tive que optar em cima da hora por uma cesárea, mas não deixei isso me abalar pois o que me interessava era ter meu filho nos meus bracos e com muita saúde.
Depois que tudo estava certo para a cesárea pude relaxar e curtir minha ultima semana de barriga (que por sinal sinto muita saudades).
A ultima semana e um misto de sentimentos principalmente para mãe de primeira viagem pois pensamos em muitas coisas;
  • Queremos que nasça logo pois queremos ver o rostinho.
  • Temos medo da cirurgia (no meu caso, pois nunca tinha feito nenhuma na vida e sempre temos medo do desconhecido).
  • Temos medo de trazer aquela coisinha miudinha e frágil pra casa.
  • Temos medo da anestesia.
  • Temos medo da recuperação pós cesárea.


Muitas pessoas falam que e um bicho de sete cabeças então ficamos cheias de medos e duvidas, por experiencia própria (UMA MÃE SEMPRE SABE O QUE E MELHOR PRO SEU FILHO).
Então quando forem na sua casa e encherem a sua cabeça de duvidas sempre pare e raciocine antes de fazer qualquer coisa e veja se e o melhor pro seu filho.

Apesar de sempre ter pessoas para darem palpites nos piores momentos você sempre terá que tomar as decisões sem a ajuda de ninguém.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Gravidez!!!



E a gravidez foi decorrendo normal na medida do possível apesar das preocupações, nas ultras seguintes a dilatação foi diminuindo a medida que o rins dele crescia.
Fomos em vários médicos pra ver se as opiniões batiam ate que um medico conhecido meu que eu considero um excelente urologista disse pra mim que ele tinha a probabilidade muito grande de a dilatação desaparecer ate o nascimento mas se não desaparece ele tinha duas chances,a primeira era de regular fora do útero e no pior dos casos ele precisaria de cirurgia, mas ele me disse que a probabilidade disso acontecer e muito baixa.

       

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Dilatação da pelve renal?



Quais são as causas de dilatação da pelve renal?


Estrutura dos rins e sistema urinário
Image by Flickr.com, courtesy of hobvias sudoneighm


A dilatação da pelve renal é uma condição que afeta o sistema urinário e o rim inchado com fluidos. Esta afecção é chamada de hidronefrose e afeta principalmente dois grupos na população: bebês e idosos. Durante a gravidez, as anomalias no desenvolvimento fetal podem resultar em anormalidade renais. Em adultos, a obstrução urinária pode resultar em hidronefrose.


Função


Cada rim possui uma área central, onde a urina se acumula,chamada pelve renal. Os ureteres são tubos que drenam a urina das pelves renais e a direcionam para a bexiga. Se estes ficarem bloqueados ou contraídos, não poderão drenar a urina dos rins com eficiência. Um acúmulo de urina na pelve renal provoca sua dilatação. Uma pelve dilatada resulta tipicamente em menor produção urinária e infecção do trato urinário.

Detecção e diagnóstico

Os rins fetais podem ser avaliados na vigésima semana de gestação. O técnico de ultrassom examina o tamanho, posição e textura dos rins, além de observar os ureteres e o sistema coletor. Em adultos, os sintomas incluem dor nos rins ou área pélvica, especialmente se a produção de urina exceder a taxa de fluxo na área obstruída. O volume urinário pode diminuir ou cessar completamente, dependendo da gravidade do bloqueio. As ferramentas de diagnóstico incluem imagens de tomografia computadorizada (TC), ultrassom, ressonância magnética (RM) e por emissão de radionuclídeos.

Causas

Existem duas causas principais de hidronefrose. O excesso de urina acumula-se na pelve renal, quando um ou ambos os ureteres são bloqueados, restringindo a quantidade de urina drenada dos rins. A afecção também ocorre quando há um fluxo retrógrado dos ureteres para dentro dos rins.

Bebês


Segundo a faculdade de medicina da Universidade de Cornell, a hidronefrose é detectada em cerca de 1,4% dos fetos submetidos à ultrassonografia. É anomalia fetal mais comum, sendo responsável por cerca de 50% de todos os achados de exame. A hidronefrose em bebês é resultante de uma anomalia genética. A causa mais comum é a obstrução da JUP (junção uretero pélvica) que provoca o estreitamento do ureter, quando este desce do rim. Outra causa de hidronefrose é o refluxo de urina, quando esta retorna ao rim. Muitas vezes, o refluxo é causado por problemas na válvula dos ureteres que controlam o fluxo urinário.

Adultos

A hidronefrose em adultos desenvolve-se tipicamente de uma obstrução da JUP. Esse bloqueio pode ser causado por anormalidades anatômicas; compressão por massas tumorais ou aumento de volume dos tecidos circundantes, como aumento da próstata, gravidez ou inflamação; anormalidades funcionais, em que partes do trato urinário não funcionam adequadamente ou há obstrução mecânica por cristais de ácido úrico ou coágulos sanguíneos. A obstrução provoca acúmulo de urina na pelve renal.

Tratamento

Existem várias opções de tratamento disponíveis para adultos e bebês, dependendo da gravidade da dilatação da pelve renal. A maioria dos casos de hidronefrose adulta é tratada pela remoção da obstrução por meio de cirurgia, endoscopia ou farmacoterapia. Os bebês são tratados após o nascimento, embora vários tipos de intervenções fetais estejam disponíveis. Após o parto, os bebês que apresentaram achados durante a vida fetal são examinados cuidadosamente e em geral submetidos a uma série de testes para detectar anormalidades e determinar a função renal. Esses muitas vezes recebem antibióticos para tratar ou prevenir infecções urinárias. Bem poucos bebês com hidronefrose necessitam de cirurgia.


http://www.ehow.com.br/quais-causas-dilatacao-pelve-renal-sobre_95137/


Progesterona e a gravidez


Progesterona X estrogênio




Para entender o importante papel da progesterona é preciso conhecer, também, a atuação do hormônio chamado estrogênio.

Ambos são chamados de hormônios sexuais. “No ciclo menstrual, o estrogênio participa mais ativamente nos primeiros 15 dias – ou seja, na fase pré ovulatória – espessando o endométrio. Após a ovulação, o corpo lúteo começa a produzir progesterona que irá amadurecer esse endométrio, favorecendo a nidação”, explica.

Caso não ocorra fecundação, o endométrio (camada interna do útero) desabará e os vasos que a irrigam sangrarão por alguns dias (menstruação) e, então, o hipotálamo (área cerebral) dará ordem para iniciar o ciclo menstrual seguinte.

Vale destacar que estrogênios e progesterona não são os únicos hormônios sexuais capazes de influenciar o comportamento feminino, mas são os mais importantes. De forma geral, pode-se dizer que a ação dos estrogênios – liberados na primeira metade do ciclo – é preparar para o sexo; já a ação da progesterona, na segunda metade, é garantir a integridade da gravidez.




Uso da progesterona durante a gestação

Com o crescente número de tratamento de fertilidade e recursos médicos, algumas ginecologistas e obstetras tem recomendado o uso de progesterona no primeiro trimestre da gestação como forma de prevenir um aborto no início de gestação, saiba porque o uso da progesterona pode ser indicado e qual o papel desse hormônio durante a gestação.

A progesterona exerce um papel importante no preparo do útero para receber o óvulo fertilizado e da mama para secreção do leite. Durante a gestação, a progesterona atua disponibilizando para o uso do feto nutrientes que ficam armazenados no endométrio. A progesterona também é responsável pelo efeito inibidor da musculatura uterina, uma vez que se isso não ocorresse, as contrações expulsariam o óvulo fertilizado ou até mesmo o feto em desenvolvimento. É ele o hormônio responsável pela sonolência e letargia dos primeiros meses da gestação, segundo o dr. Hans Halbe, obstetra do Hospital das Clínicas, em São Paulo “a progesterona atua deixando o metabolismo mais lento, de maneira que a mulher não queira sair correndo”.

Este hormônio também é o responsável pelo crescimento das mamas da mãe e atua no desenvolvimento dos órgãos sexuais do futuro bebê.

De uma forma geral, quando identificado um saco gestacional intra-uterino, as dosagens de B-hCG devem ser superiores a 1000mUI/ml e as de progesterona superiores a 5mg/ml, essas dosagens são obtidas através dos primeiros exames de sangue que seu ginecologista irá solicitar e são importantes para detectar uma possível ameaça de aborto, principalmente em casos onde a gestante teve algum tipo de sangramento nas primeiras semanas.

Gestantes que possuem um valor abaixo de 5mg/ml no início da gestação podem ter a indicação médica de ingestão de progesterona durante todo o primeiro trimestre devido a insuficiência do corpo lúteo. As causas mais comuns de um quadro deficitário na produção de progesterona são o stress, a dieta, o uso de xenobióticos (substâncias químicas estranhas a um organismo ou sistema biológico, são os hormônios sintéticos e que tiveram suas moléculas alteradas – ex.: Primolut®, Farlutal® – bem como aos subprodutos do petróleo, como herbicidas, pesticidas, etc). A reposição pode ainda ser indicada caso haja histório de abortos repetidos ou gravidez de alto risco (idade e doenças pre-existentes).

Se a dosagem do hormônio estiver normal, o uso da progesterona durante a gestação deve ser avaliado por um médico a partir do histórico da gestante, sendo assim, nada de sair se auto-medicando, consulte seu médico e peça para fazer os exames de dosagem caso ainda não tenha feito.

Gravidez!!!

A minha gravidez não foi nada tranquila, pelo contrario tive vários problemas.
Tive três sangramento ate o terceiro trimestre pois como não estava esperando ficar gravida nem tao cedo tive falta de progesterona no organismo (pra quem não sabe a progesterona e responsável pela implantação do óvulo fecundado na parede do útero próximo post falo melhor sobre isso) tive que começar a tomar e colocar no colo do útero todo os dias ate as doze semanas de gestação pois corria risco de aborto.

E conseguimos chegar as 12 e tão esperada semanas, a partir dai a expectativa era pra saber o sexo e com 18 semanas descobrimos que seria um meninão e resolvemos colocar o nome de Nicolas.  


Ao sexto mês descobrimos através da morfológica que o Nicolas poderia ter um problema renal chamado dilatação da pelve renal. (Falo melhor sobre isso depois em um post só sobre isso).