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terça-feira, 6 de setembro de 2016
Roséola ou exantema súbito.
Essa semana me vi desesperada com o Nicolas tendo uma crise convulsiva por causa de uma febre altíssima sem explicação aparente.
Consultamos em três médicos o primeiro medico disse que não sabia o que ele tinha, disse que teríamos que esperar dar mais alguns sintomas para podermos saber o que ele tinha. Como coração de mãe só se acalma quando sabemos o que o filho tem fui em mais dois médicos.
E os dois foram taxativos em falar que o Nicolas estava com exantema súbito na mesma hora pensei que não fazia ideia o que seria isso. chegando em casa pesquisei muito para poder entender o que ele tinha e vou fazer um post explicando sobre o assunto pois e horrível não saber o que seu filho tem.
O QUE É A ROSÉOLA INFANTIL
A roséola é uma uma virose benigna, de curta duração e com baixíssima taxa de complicações. O vírus responsável na maioria dos casos é o herpesvírus humano 6 (HHV-6), um vírus da família do herpes. Porém, a roséola também pode ser provocada por outros vírus, tais como, herpesvírus humano 7 (HHV-7), alguns enterovírus (coxsackievirus A, coxsackievirus B e echovirus), adenovírus e parainfluenza tipo 1.
A roséola infantil é uma infecção típica de bebês. Cerca de 75% dos casos ocorrem em crianças entre 6 meses e 1,5 ano de idade. Meninos e meninas são acometidos com igual frequência. Ao final da infância, praticamente todo mundo já terá tido algum contato com o vírus, mesmo aqueles que se infectaram, mas não chegaram a desenvolver os sintomas da roséola. Por isso, quadros de roséola em adultos são raros.
TRANSMISSÃO DA ROSÉOLA INFANTIL
A transmissão da roséola é feita habitualmente de pessoa para pessoa através do contato com secreções das vias respiratórias, principalmente pela saliva. Espirros, tosse, beijos, contato com perdigotos e brinquedos que vão à boca e são compartilhados com outras crianças são fontes potenciais de contágio.
Na maioria dos casos, os pacientes não conseguem identificar a origem da transmissão, pois esta se dá frequentemente através de indivíduos que são portadores assintomáticos do vírus. Explicando melhor: uma criança se contamina com o HHV-6, não desenvolve sintomas de roséola, mas passa vários dias sendo uma fonte de transmissão do vírus. Essa criança portadora assintomática pode passar o vírus para dezenas de outras crianças, principalmente se ela estiver frequentando uma creche. Dentre as crianças recém-infectadas, algumas irão desenvolver os sintomas da roséola, mas a maioria delas se transformará em novos portadores assintomáticos do vírus.
SINTOMAS DA ROSÉOLA INFANTIL
Para aquele pequeno grupo que irá desenvolver sintomas, o período médio de incubação da roséola é de 10 dias. O quadro clínico inicia-se habitualmente com uma febre alta, que pode ultrapassar os 40ºC. A febre pode vir acompanhada de outros sinais e sintomas, tais como dor de ouvido, aumento dos linfonodos do pescoço, irritação, perda do apetite, nariz entupido, dor de garganta ou diarreia. Do mesmo jeito que surge subitamente, após 3 a 5 dias de temperaturas altas, a febre também vai embora rapidamente de uma hora para outra.
O sinal mais característico da roséola é o surgimento súbito de uma exantema (manchas vermelhas na pele) imediatamente após a resolução da febre, daí a doença também ser conhecida como exantema súbito. O rash da roséola não coça nem provoca dor.
O exantema da roséola inicia-se no tronco e depois espalha-se para membros e face. As lesões são habitualmente compostas por múltiplas pequenas manchas avermelhadas, de 0,5 centímetros, que podem ser planas ou com discreto relevo. O exantema dura de 1 a 2 dias, mas em alguns casos pode durar apenas poucas horas.
A roséola cura-se espontaneamente sem provocar complicações na maioria dos casos. Em algumas crianças, porém, a febre muito alta pode desencadear episódios de crise convulsiva. Apesar de ser um quadro bastante assustador para os pais, as crises são auto-limitadas e não provocam problemas maiores na imensa maioria dos casos.
Os vírus HHV-6 e HHV-7 também podem provocar uma outra forma de rash cutâneo, conhecido como pitiríase rósea. Este rash acomete preferencialmente crianças mais velhas e adultos jovens .
DIAGNÓSTICO DA ROSÉOLA INFANTIL
Na maioria dos pacientes, a roséola é diagnosticada clinicamente, devido à sua típica apresentação de febre por 3 a 5 dias seguida de rash cutâneo em uma criança com menos de 3 anos. Antes do aparecimento do rash, é muito difícil estabelecer o diagnóstico, pois os sintomas são os mesmos que os de qualquer virose comum.
Raramente, o médico pode pedir uma sorologia, que é um exame que investiga a presença de anticorpos contra a roséola no sangue.
TRATAMENTO DA ROSÉOLA INFANTIL
A roséola é um quadro benigno e auto-limitado, e a maioria das crianças já se encontra curada dentro de uma semana após o surgimento da febre.
O tratamento indicado, portanto, é apenas repouso, boa hidratação e controle da febre com analgésicos comuns, tais como paracetamol ou dipirona
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terça-feira, 19 de julho de 2016
Mastite!!!
Mastite
O que é mastite?
A mastite é uma inflamação que pode ser prevenida facilmente mas que se manifestada irá precisar de medicamentos
A mastite é uma inflamação das glândulas da mama causada pelo acúmulo de leite e acontece com maior frequência no pós-parto, principalmente na primeira gestação. A mastite pode ocorrer em uma mama ou nas duas e as características são mamas vermelhas, endurecidas, doloridas e quentes.
A forma de evitar a inflamação é não permitir o acúmulo de leite nos ductos. Nesses casos, as mamães devem realizar uma massagem nos seios no chuveiro quente após a mamada. Para retirar o leite excedente, basta fazer uma massagem na auréola e no restante da mama com a mão espalmada. Depois, deve-se segurar o seio com o polegar em cima do bico e o indicador embaixo e fazer um movimento de ‘aperta e solta’.
O tratamento da mastite é feito normalmente com anti-inflamatórios, antibióticos e compressas de gelo. Qualquer método deve ser indicado exclusivamente pelo médico que acompanha a mamãe e o bebê.
Geralmente, a mastite é diagnosticada clinicamente a partir da presença de sinais característicos, como uma área localizada e dolorida em um seio em associação aos sinais sistêmicos, como febre e mal-estar.
A técnica de amamentação deve ser amplamente aplicada, e a mãe deve ser orientada a esvaziar a mama com freqüência (e por completo) para reduzir os riscos de mastite. Essa infecção pode ser desencadeada por feridas nos mamilos, que por sua vez são causadas por uma irritação mecânica secundária à sucção inadequada, anomalias orais da criança (como fenda palatina, por exemplo) ou por infecções, bacteriana ou fúngica.
Outros fatores de risco de mastite são: fissura dos mamilos, estase localizada de leite, uso de piercing nos mamilos, protetores plásticos para o mamilo, sutiã apertado, bomba para extração de leite, má nutrição materna, história de mastite, mães primíparas, presença de freio de lábio pequeno e perda de uma mamada pelo lactente.
O bloqueio dos ductos originado pela não remoção completa do leite, causa dor local no seio e também pode causar mastite. A mama acometida geralmente apresenta uma área endurecida, dolorida e avermelhada e, com freqüência, podem ser observadas bolhas doloridas e claras nos mamilos com cerca de 1 mm. A remoção da bolha com uma agulha estéril ou através da fricção com um tecido pode ser de grande ajuda. Para o alívio do bloqueio dos ductos mamários, também se recomenda aumento da freqüência das mamadas, uso de compressas ou banhos mornos, massagens no sentido do mamilo e evitar o uso de roupas.
Os clínicos devem tratar a mastite precocemente e recomendar a manutenção da amamentação – uma vez que essa inflamação não representa nenhum risco ao lactente – para prevenir uma complicação freqüente, o abscesso na mama. Este apresenta sinais clínicos semelhantes à mastite, exceto pela presença de uma área de consistência firme e que, freqüentemente, apresenta flutuação. A ultra-sonografia da mama pode confirmar este diagnóstico.
Uma vez desenvolvido o abscesso, a drenagem cirúrgica ou a aspiração por agulha é necessária e às vezes precisa ser repetida. A secreção dos abscessos deve ser examinada através de cultura, e a administração de antibióticos deve ser prescrita. A amamentação pode ser mantida em uma mãe que apresenta abscesso de mama em tratamento, salvo quando a nutriz estiver gravemente enferma ou se a boca da criança ocluir a incisão cirúrgica durante a mamada.
Minha experiencia.
Para quem leu os posts anteriores eu tinha dito que tive 4 mastites nos seis primeiros meses de amamentação do Nicolas.
A primeira vez que eu tive a mastite foi leve, fui na emergência a medica de plantão me passou um anti-inflamatório.
Com três dias meu seio já tinha desinchado e continuei amamentando mais tive a péssima ideia de seguir uma dica de usar uma concha mamaria para criar bico pois eu não tinha então o Nicolas não conseguia fazer a pega correta.
Com o uso da concha tive mastite nos dois seios, e dessa vez foi bem pior que a primeira pois sentia muita dor ao amamentar era uma sensação terrível, pois um momento que eu era apaixonada que era a amamentação se tornou em momentos de dor.
voltei na emergência e a medica me passou um antibiótico forte e me disse para continuar a amamentar.
Foi ai que fui pesquisar e conversar com pessoas que realmente entendiam de amamentação.
Nicolas aqui em casa depois disso passou a mamar em livre demanda e eu usava uma pulseira no lado do seio que ele mamava eu colocava uma pulseira e deixava ele esvaziar o seio todo nessa mamada e na próxima mamada deixava ele esvaziar o outro.
Depois que passei a fazer isso nunca mais tive nenhuma mastite pois ela se da com o acumulo do leite nos seios e como eu deixava ele esvaziar o seio todo não tinha risco de dar de novo.
Bom meninas espero ter ajudado pois quando eu tive o nicolas só tive conselhos ruins que me prejudicaram.
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Primeiros dentinhos!!!
O período do nascimento dos dentes de leite, que acontece normalmente entre os seis e 15 meses de vida das crianças, é uma fase complicada tanto para os bebês, quanto para os pais, já que os pequenos ficam irritadiços. Os sintomas associados ao surgimento da primeira dentição são assunto polêmico, já que cada criança apresenta um comportamento diferente, e dividem profissionais do meio médico e odontológico.
Grande parte dos profissionais de saúde que trata de crianças acredita que o nascimento dos dentes apresenta uma ampla variedade de sintomas, sendo a maioria deles relacionados a desconfortos, principalmente na boca. Para estes profissionais, a febre alta ou qualquer outro sinal não deve ser tratado somente como um indício de erupção dental, e deve-se realizar uma avaliação apropriada para descobrir outras possíveis causas. Entretanto, outra corrente médica acredita que existe uma relação evidente entre o nascimento dos dentes e os sintomas bucais e citam que, mesmo durante processos fisiológicos normais, tais como o parto, a menstruação e a digestão, o organismo pode ter o seu ritmo fisiológico alterado e, assim, manifestar o seu desequilíbrio.
Conheça as principais reações que a chegada dos dentes pode causar e as opções de tratamento para as crianças:
Sintomas Gerais
Alterações gastrointestinais são comuns durante a fase, mas podem apresentar outras causas, como o ato de levar dedos e objetos contaminados com frequência à boca, em função do desconforto gengival. As mudanças alimentares, a influência hormonal ou a contaminação do leite não materno oferecido na época do desmame tem sido relatados como fatores causais.
Febre pode ser verificada nos bebês na fase da erupção dental, porém, não se tem estudos consistentes relacionados.
Em bebês com dentes irrompendo também foi observada a perda de apetite, que pode ser devido à irritação durante o aleitamento, natural ou não. À medida que a criança mama, a sucção comprime a gengiva, deixando-a inflamada e inchada, o que ocasiona dor.
Aumento da secreção nasal, episódios de vômitos, tosse, infecções auditivas, dificuldade de movimentação, congestão, distúrbios para dormir, fezes líquidas, aumento no número de evacuações, redução de apetite por líquidos, tosse, vermelhidão em outras regiões que não a face, febre acima de 39ºC e vômito, também são relatados, porém em menor frequência.
Sintomas Bucais
Inflamação na gengiva durante o nascimento dos dentes de leite pode tornar as crianças irritáveis e febris. Nos bebês, quando os primeiros dentes encontram-se próximos do momento de “rasgarem” a gengiva, áreas de inchaço podem ser observadas. Este é o sintoma bucal mais frequente durante o aparecimento da dentição. Sua duração varia entre dois e 10 dias, e depende de muitos fatores, como o padrão de higiene bucal e a saúde geral da criança.
Os quatro dias antecedentes à erupção, o dia e os três seguintes são considerados o período dos sintomas da erupção dental, entre eles o aumento do hábito de morder, excesso de saliva, gengiva avermelhada, irritabilidade, vermelhidão facial, redução do apetite por alimentos sólidos e um leve aumento de temperatura.
A salivação excessiva é observada durante o período que vai do sexto ao décimo quinto mês de vida, ou seja, quando ocorre o nascimento dos primeiros dentes. Isso ocorre, possivelmente, por conta de mudanças na qualidade da saliva, concomitantemente ao período de erupção, devido à maturação das glândulas salivares, o que aumenta a viscosidade e dificulta a deglutição.
Muitos profissionais também consideram que as alterações na pele não ocorrem devido à erupção dos dentes, mas sim porque a derme dos bebês é muito delicada e sensível. O aumento da salivação, que escorre na face da criança, e a umidade constante favorecem o aparecimento de alterações cutâneas.
Uma pesquisa realizada com pais de bebês de seis a 24 meses mostrou que a irritabilidade foi o sintoma mais associado à erupção dental, seguido por febre, diarreia, infecção auditiva e vômito.
Inflamação na gengiva durante o nascimento dos dentes de leite pode tornar as crianças irritáveis e febris. Nos bebês, quando os primeiros dentes encontram-se próximos do momento de “rasgarem” a gengiva, áreas de inchaço podem ser observadas. Este é o sintoma bucal mais frequente durante o aparecimento da dentição. Sua duração varia entre dois e 10 dias, e depende de muitos fatores, como o padrão de higiene bucal e a saúde geral da criança.
Os quatro dias antecedentes à erupção, o dia e os três seguintes são considerados o período dos sintomas da erupção dental, entre eles o aumento do hábito de morder, excesso de saliva, gengiva avermelhada, irritabilidade, vermelhidão facial, redução do apetite por alimentos sólidos e um leve aumento de temperatura.
A salivação excessiva é observada durante o período que vai do sexto ao décimo quinto mês de vida, ou seja, quando ocorre o nascimento dos primeiros dentes. Isso ocorre, possivelmente, por conta de mudanças na qualidade da saliva, concomitantemente ao período de erupção, devido à maturação das glândulas salivares, o que aumenta a viscosidade e dificulta a deglutição.
Muitos profissionais também consideram que as alterações na pele não ocorrem devido à erupção dos dentes, mas sim porque a derme dos bebês é muito delicada e sensível. O aumento da salivação, que escorre na face da criança, e a umidade constante favorecem o aparecimento de alterações cutâneas.
Uma pesquisa realizada com pais de bebês de seis a 24 meses mostrou que a irritabilidade foi o sintoma mais associado à erupção dental, seguido por febre, diarreia, infecção auditiva e vômito.
Opções de Tratamento
A erupção dos dentes de leite não é uma doença e seus sintomas podem ser tratados em casa, uma vez que com o tratamento correto, o alívio é imediato. Com o intuito de minimizar e eliminar possíveis desconfortos, os pais podem utilizar métodos simples em casos de dores suaves, como:
Oferecer aos pequenos bebidas e alimentos frios;
Usar colheres resfriadas durante as refeições;
Massagear a gengiva com objetos gelados. Escovas massageadoras e mordedores são benéficos, uma vez que promovem a atenuação da dor.
Uma boa dica é usar a Escova Dental, indicada a partir do segundo mês de vida do bebê. Ela evita a formação da placa bacteriana gengival e ajudar a aliviar o desconforto no nascimento dos primeiros dentes. Feita de silicone totalmente atóxico, pode ser lavada e esterilizada após cada uso. Sua textura ultra macia permite uma higiene delicada, possibilitando aos pais fazer a higiene da boca da criança com suavidade.
Além disso, os pais devem introduzir, desde a primeira infância, o hábito de escovar os dentes após cada refeição.
Nos casos em que a dor não é aliviada mediante a utilização dos métodos acima citados, os pediatras ou odontopediatras podem receitar medicamentos analgésicos e antitérmicos, além de pomadas com componentes analgésicos e anestésicos para uso tópico. Ainda, o médico deve ser consultado sempre que os pais observarem exacerbação de qualquer dos sinais e sintomas do nascimento dos dentes de leite.
A erupção dos dentes de leite não é uma doença e seus sintomas podem ser tratados em casa, uma vez que com o tratamento correto, o alívio é imediato. Com o intuito de minimizar e eliminar possíveis desconfortos, os pais podem utilizar métodos simples em casos de dores suaves, como:
Oferecer aos pequenos bebidas e alimentos frios;
Usar colheres resfriadas durante as refeições;
Massagear a gengiva com objetos gelados. Escovas massageadoras e mordedores são benéficos, uma vez que promovem a atenuação da dor.
Uma boa dica é usar a Escova Dental, indicada a partir do segundo mês de vida do bebê. Ela evita a formação da placa bacteriana gengival e ajudar a aliviar o desconforto no nascimento dos primeiros dentes. Feita de silicone totalmente atóxico, pode ser lavada e esterilizada após cada uso. Sua textura ultra macia permite uma higiene delicada, possibilitando aos pais fazer a higiene da boca da criança com suavidade.
Além disso, os pais devem introduzir, desde a primeira infância, o hábito de escovar os dentes após cada refeição.
Nos casos em que a dor não é aliviada mediante a utilização dos métodos acima citados, os pediatras ou odontopediatras podem receitar medicamentos analgésicos e antitérmicos, além de pomadas com componentes analgésicos e anestésicos para uso tópico. Ainda, o médico deve ser consultado sempre que os pais observarem exacerbação de qualquer dos sinais e sintomas do nascimento dos dentes de leite.
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