terça-feira, 6 de setembro de 2016

Roséola ou exantema súbito.





Essa semana me vi desesperada com o Nicolas tendo uma crise convulsiva por causa de uma febre altíssima sem explicação aparente.
Consultamos em três médicos o primeiro medico disse que não sabia o que ele tinha, disse que teríamos que esperar dar mais alguns sintomas para podermos saber o que ele tinha. Como coração de mãe só se acalma quando sabemos o que o filho tem fui em mais dois médicos.
E os dois foram taxativos em falar que o Nicolas estava com exantema súbito na mesma hora pensei que não fazia ideia o que seria isso. chegando em casa pesquisei muito para poder entender o que ele tinha e vou fazer um post explicando sobre o assunto pois e horrível não saber o que seu filho tem.


O QUE É A ROSÉOLA INFANTIL

A roséola é uma uma virose benigna, de curta duração e com baixíssima taxa de complicações. O vírus responsável na maioria dos casos é o herpesvírus humano 6 (HHV-6), um vírus da família do herpes. Porém, a roséola também pode ser provocada por outros vírus, tais como, herpesvírus humano 7 (HHV-7), alguns enterovírus (coxsackievirus A, coxsackievirus B e echovirus), adenovírus e parainfluenza tipo 1.

A roséola infantil é uma infecção típica de bebês. Cerca de 75% dos casos ocorrem em crianças entre 6 meses e 1,5 ano de idade. Meninos e meninas são acometidos com igual frequência. Ao final da infância, praticamente todo mundo já terá tido algum contato com o vírus, mesmo aqueles que se infectaram, mas não chegaram a desenvolver os sintomas da roséola. Por isso, quadros de roséola em adultos são raros.

TRANSMISSÃO DA ROSÉOLA INFANTIL

A transmissão da roséola é feita habitualmente de pessoa para pessoa através do contato com secreções das vias respiratórias, principalmente pela saliva. Espirros, tosse, beijos, contato com perdigotos e brinquedos que vão à boca e são compartilhados com outras crianças são fontes potenciais de contágio.

Na maioria dos casos, os pacientes não conseguem identificar a origem da transmissão, pois esta se dá frequentemente através de indivíduos que são portadores assintomáticos do vírus. Explicando melhor: uma criança se contamina com o HHV-6, não desenvolve sintomas de roséola, mas passa vários dias sendo uma fonte de transmissão do vírus. Essa criança portadora assintomática pode passar o vírus para dezenas de outras crianças, principalmente se ela estiver frequentando uma creche. Dentre as crianças recém-infectadas, algumas irão desenvolver os sintomas da roséola, mas a maioria delas se transformará em novos portadores assintomáticos do vírus.

SINTOMAS DA ROSÉOLA INFANTIL

Para aquele pequeno grupo que irá desenvolver sintomas, o período médio de incubação da roséola é de 10 dias. O quadro clínico inicia-se habitualmente com uma febre alta, que pode ultrapassar os 40ºC. A febre pode vir acompanhada de outros sinais e sintomas, tais como dor de ouvido, aumento dos linfonodos do pescoço, irritação, perda do apetite, nariz entupido, dor de garganta ou diarreia. Do mesmo jeito que surge subitamente, após 3 a 5 dias de temperaturas altas, a febre também vai embora rapidamente de uma hora para outra.

O sinal mais característico da roséola é o surgimento súbito de uma exantema (manchas vermelhas na pele) imediatamente após a resolução da febre, daí a doença também ser conhecida como exantema súbito. O rash da roséola não coça nem provoca dor.

O exantema da roséola inicia-se no tronco e depois espalha-se para membros e face. As lesões são habitualmente compostas por múltiplas pequenas manchas avermelhadas, de 0,5 centímetros, que podem ser planas ou com discreto relevo. O exantema dura de 1 a 2 dias, mas em alguns casos pode durar apenas poucas horas.



A roséola cura-se espontaneamente sem provocar complicações na maioria dos casos. Em algumas crianças, porém, a febre muito alta pode desencadear episódios de crise convulsiva. Apesar de ser um quadro bastante assustador para os pais, as crises são auto-limitadas e não provocam problemas maiores na imensa maioria dos casos.

Os vírus HHV-6 e HHV-7 também podem provocar uma outra forma de rash cutâneo, conhecido como pitiríase rósea. Este rash acomete preferencialmente crianças mais velhas e adultos jovens .

DIAGNÓSTICO DA ROSÉOLA INFANTIL

Na maioria dos pacientes, a roséola é diagnosticada clinicamente, devido à sua típica apresentação de febre por 3 a 5 dias seguida de rash cutâneo em uma criança com menos de 3 anos. Antes do aparecimento do rash, é muito difícil estabelecer o diagnóstico, pois os sintomas são os mesmos que os de qualquer virose comum.

Raramente, o médico pode pedir uma sorologia, que é um exame que investiga a presença de anticorpos contra a roséola no sangue.

TRATAMENTO DA ROSÉOLA INFANTIL

A roséola é um quadro benigno e auto-limitado, e a maioria das crianças já se encontra curada dentro de uma semana após o surgimento da febre.

O tratamento indicado, portanto, é apenas repouso, boa hidratação e controle da febre com analgésicos comuns, tais como paracetamol ou dipirona

terça-feira, 19 de julho de 2016

Mastite!!!





Mastite


O que é mastite?

A mastite é uma inflamação que pode ser prevenida facilmente mas que se manifestada irá precisar de medicamentos

A mastite é uma inflamação das glândulas da mama causada pelo acúmulo de leite e acontece com maior frequência no pós-parto, principalmente na primeira gestação. A mastite pode ocorrer em uma mama ou nas duas e as características são mamas vermelhas, endurecidas, doloridas e quentes.

A forma de evitar a inflamação é não permitir o acúmulo de leite nos ductos. Nesses casos, as mamães devem realizar uma massagem nos seios no chuveiro quente após a mamada. Para retirar o leite excedente, basta fazer uma massagem na auréola e no restante da mama com a mão espalmada. Depois, deve-se segurar o seio com o polegar em cima do bico e o indicador embaixo e fazer um movimento de ‘aperta e solta’.

O tratamento da mastite é feito normalmente com anti-inflamatórios, antibióticos e compressas de gelo. Qualquer método deve ser indicado exclusivamente pelo médico que acompanha a mamãe e o bebê.

Geralmente, a mastite é diagnosticada clinicamente a partir da presença de sinais característicos, como uma área localizada e dolorida em um seio em associação aos sinais sistêmicos, como febre e mal-estar.

A técnica de amamentação deve ser amplamente aplicada, e a mãe deve ser orientada a esvaziar a mama com freqüência (e por completo) para reduzir os riscos de mastite. Essa infecção pode ser desencadeada por feridas nos mamilos, que por sua vez são causadas por uma irritação mecânica secundária à sucção inadequada, anomalias orais da criança (como fenda palatina, por exemplo) ou por infecções, bacteriana ou fúngica.

Outros fatores de risco de mastite são: fissura dos mamilos, estase localizada de leite, uso de piercing nos mamilos, protetores plásticos para o mamilo, sutiã apertado, bomba para extração de leite, má nutrição materna, história de mastite, mães primíparas, presença de freio de lábio pequeno e perda de uma mamada pelo lactente.

O bloqueio dos ductos originado pela não remoção completa do leite, causa dor local no seio e também pode causar mastite. A mama acometida geralmente apresenta uma área endurecida, dolorida e avermelhada e, com freqüência, podem ser observadas bolhas doloridas e claras nos mamilos com cerca de 1 mm. A remoção da bolha com uma agulha estéril ou através da fricção com um tecido pode ser de grande ajuda. Para o alívio do bloqueio dos ductos mamários, também se recomenda aumento da freqüência das mamadas, uso de compressas ou banhos mornos, massagens no sentido do mamilo e evitar o uso de roupas.

Os clínicos devem tratar a mastite precocemente e recomendar a manutenção da amamentação – uma vez que essa inflamação não representa nenhum risco ao lactente – para prevenir uma complicação freqüente, o abscesso na mama. Este apresenta sinais clínicos semelhantes à mastite, exceto pela presença de uma área de consistência firme e que, freqüentemente, apresenta flutuação. A ultra-sonografia da mama pode confirmar este diagnóstico.

Uma vez desenvolvido o abscesso, a drenagem cirúrgica ou a aspiração por agulha é necessária e às vezes precisa ser repetida. A secreção dos abscessos deve ser examinada através de cultura, e a administração de antibióticos deve ser prescrita. A amamentação pode ser mantida em uma mãe que apresenta abscesso de mama em tratamento, salvo quando a nutriz estiver gravemente enferma ou se a boca da criança ocluir a incisão cirúrgica durante a mamada.

Minha experiencia.


Para quem leu os posts anteriores eu tinha dito que tive 4 mastites nos seis primeiros meses de amamentação do Nicolas.
A primeira vez que eu tive a mastite foi leve, fui na emergência a medica de plantão me passou um anti-inflamatório.
Com três dias meu seio já tinha desinchado e continuei amamentando mais tive a péssima ideia de seguir uma dica de usar uma concha mamaria para criar bico pois eu não tinha então o Nicolas não conseguia fazer a pega correta.
Com o uso da concha tive mastite nos dois seios, e dessa vez foi bem pior que a primeira pois sentia muita dor ao amamentar era uma sensação terrível, pois um momento que eu era apaixonada que era a amamentação se tornou em momentos de dor.
voltei na emergência e a medica me passou um antibiótico forte e me disse para continuar a amamentar.
Foi ai que fui pesquisar e conversar com pessoas que realmente entendiam de amamentação.
Nicolas aqui em casa depois disso passou a mamar em livre demanda e eu usava uma pulseira no lado do seio que ele mamava eu colocava uma pulseira e deixava ele esvaziar o seio todo nessa mamada e na próxima mamada deixava ele esvaziar o outro.
Depois que passei a fazer isso nunca mais tive nenhuma mastite pois ela se da com o acumulo do leite nos seios e como eu deixava ele esvaziar o seio todo não tinha risco de dar de novo.
Bom meninas espero ter ajudado pois quando eu tive o nicolas só tive conselhos ruins que me prejudicaram.     

Primeiros dentinhos!!!



O período do nascimento dos dentes de leite, que acontece normalmente entre os seis e 15 meses de vida das crianças, é uma fase complicada tanto para os bebês, quanto para os pais, já que os pequenos ficam irritadiços. Os sintomas associados ao surgimento da primeira dentição são assunto polêmico, já que cada criança apresenta um comportamento diferente, e dividem profissionais do meio médico e odontológico.

Grande parte dos profissionais de saúde que trata de crianças acredita que o nascimento dos dentes apresenta uma ampla variedade de sintomas, sendo a maioria deles relacionados a desconfortos, principalmente na boca. Para estes profissionais, a febre alta ou qualquer outro sinal não deve ser tratado somente como um indício de erupção dental, e deve-se realizar uma avaliação apropriada para descobrir outras possíveis causas. Entretanto, outra corrente médica acredita que existe uma relação evidente entre o nascimento dos dentes e os sintomas bucais e citam que, mesmo durante processos fisiológicos normais, tais como o parto, a menstruação e a digestão, o organismo pode ter o seu ritmo fisiológico alterado e, assim, manifestar o seu desequilíbrio.

Conheça as principais reações que a chegada dos dentes pode causar e as opções de tratamento para as crianças:

Sintomas Gerais


Alterações gastrointestinais são comuns durante a fase, mas podem apresentar outras causas, como o ato de levar dedos e objetos contaminados com frequência à boca, em função do desconforto gengival. As mudanças alimentares, a influência hormonal ou a contaminação do leite não materno oferecido na época do desmame tem sido relatados como fatores causais.

Febre pode ser verificada nos bebês na fase da erupção dental, porém, não se tem estudos consistentes relacionados.

Em bebês com dentes irrompendo também foi observada a perda de apetite, que pode ser devido à irritação durante o aleitamento, natural ou não. À medida que a criança mama, a sucção comprime a gengiva, deixando-a inflamada e inchada, o que ocasiona dor.

Aumento da secreção nasal, episódios de vômitos, tosse, infecções auditivas, dificuldade de movimentação, congestão, distúrbios para dormir, fezes líquidas, aumento no número de evacuações, redução de apetite por líquidos, tosse, vermelhidão em outras regiões que não a face, febre acima de 39ºC e vômito, também são relatados, porém em menor frequência.
Sintomas Bucais

Inflamação na gengiva durante o nascimento dos dentes de leite pode tornar as crianças irritáveis e febris. Nos bebês, quando os primeiros dentes encontram-se próximos do momento de “rasgarem” a gengiva, áreas de inchaço podem ser observadas. Este é o sintoma bucal mais frequente durante o aparecimento da dentição. Sua duração varia entre dois e 10 dias, e depende de muitos fatores, como o padrão de higiene bucal e a saúde geral da criança.

Os quatro dias antecedentes à erupção, o dia e os três seguintes são considerados o período dos sintomas da erupção dental, entre eles o aumento do hábito de morder, excesso de saliva, gengiva avermelhada, irritabilidade, vermelhidão facial, redução do apetite por alimentos sólidos e um leve aumento de temperatura.

A salivação excessiva é observada durante o período que vai do sexto ao décimo quinto mês de vida, ou seja, quando ocorre o nascimento dos primeiros dentes. Isso ocorre, possivelmente, por conta de mudanças na qualidade da saliva, concomitantemente ao período de erupção, devido à maturação das glândulas salivares, o que aumenta a viscosidade e dificulta a deglutição.

Muitos profissionais também consideram que as alterações na pele não ocorrem devido à erupção dos dentes, mas sim porque a derme dos bebês é muito delicada e sensível. O aumento da salivação, que escorre na face da criança, e a umidade constante favorecem o aparecimento de alterações cutâneas.

Uma pesquisa realizada com pais de bebês de seis a 24 meses mostrou que a irritabilidade foi o sintoma mais associado à erupção dental, seguido por febre, diarreia, infecção auditiva e vômito.
Opções de Tratamento

A erupção dos dentes de leite não é uma doença e seus sintomas podem ser tratados em casa, uma vez que com o tratamento correto, o alívio é imediato. Com o intuito de minimizar e eliminar possíveis desconfortos, os pais podem utilizar métodos simples em casos de dores suaves, como:

Oferecer aos pequenos bebidas e alimentos frios;

Usar colheres resfriadas durante as refeições;

Massagear a gengiva com objetos gelados. Escovas massageadoras e mordedores são benéficos, uma vez que promovem a atenuação da dor.

Uma boa dica é usar a Escova Dental, indicada a partir do segundo mês de vida do bebê. Ela evita a formação da placa bacteriana gengival e ajudar a aliviar o desconforto no nascimento dos primeiros dentes. Feita de silicone totalmente atóxico, pode ser lavada e esterilizada após cada uso. Sua textura ultra macia permite uma higiene delicada, possibilitando aos pais fazer a higiene da boca da criança com suavidade.

Além disso, os pais devem introduzir, desde a primeira infância, o hábito de escovar os dentes após cada refeição.

Nos casos em que a dor não é aliviada mediante a utilização dos métodos acima citados, os pediatras ou odontopediatras podem receitar medicamentos analgésicos e antitérmicos, além de pomadas com componentes analgésicos e anestésicos para uso tópico. Ainda, o médico deve ser consultado sempre que os pais observarem exacerbação de qualquer dos sinais e sintomas do nascimento dos dentes de leite.


quinta-feira, 14 de julho de 2016

Mala da maternidade!!!


Mala da maternidade.

O primeiro passo é saber quando seu bebê nasce, ele vai nascer no clima frio, ou no clima mais quentinho, ou seja inverno, verão ou meia estação. Se for inverno invista em roupinhas de plush e de lã mais quentinhas, mas se for no calor vale as roupinhas de malha mais finas.
Segundo passo é consultar a maternidade onde o bebê vai nascer, provavelmente lá terá uma lista onde eles orientam mais ou menos o que você deve levar. Eu tive o Nicolas na Perinatal e no site eles disponibilizam uma lista com tudo que a mamãe deve levar pra maternidade e isso me ajudou muito. 

É aconselhável que as malas estejam prontas quando você já estiver com 36 semanas de gestação. 

Assim você evita estresse nos minutos finais, quando poderá estar em trabalho de parto e com a mente totalmente focada no que vem pela frente!

Mala do bebê

Então, na malinha do Nicolas foi:
  • 2 toalhas de banho com forro mais fino e delicado
  • 1 manta leve, de soft
  • 2 manta de linho
  • 4 cueiros
  • 8 fraldinhas de boca
  • 5 saquinhos com trocas de roupa completas (body ou camiseta + culote + meia + luva + macacão)
  • 1 saquinho com algumas peças avulsas (bodies manga curta, culote, macacão e touquinhas)
  • 1 sabonete líquido da granado, indicado para recém nascidos
  • 1 pomada para prevenção de assaduras
  • 1 pacote de lenços umedecidos
  • 1 escova de cabelo
  • 1 pacote de fraldas para Recém Nascido
  • 1 álcool em gel para as mãos
  • 1 saquinho de tecido para as roupas sujas
  • Lembrancinhas
  • Enfeite de porta

É bastante roupa, mas os hospitais pedem roupinhas reservas para garantir que não haja imprevisto. 

Lembre-se de lavar tudo antes com sabão de coco ou neutro e de separar as roupas que sejam adequadas para a época do ano. 

É verdade que os bebês ao nascer precisam ser mantidos em temperatura mais quente, mas não exagere nos agasalhos, porque eles podem deixar seu filho desconfortável. 

Se estiver na dúvida, peça orientação às enfermeiras da maternidade nas primeiras trocas. 

As maternidades preferem que os bebês não usem lacinhos nem pulseirinhas, que podem acabar se perdendo nas trocas. 

Atenção: Além da mala, na hora de sair de casa há outros itens que você deve se lembrar de pegar. Faça uma lista e deixe bem visível para verificar, na pressa de sair, se não esqueceu nada:

  • carteirinha do plano de saúde
  • cartão de pré-natal ou carta do médico com informações do pré-natal
  • documentos pessoais


A mala da mamãe


  • 3 tops para amamentação
  • 6 calcinhas de cotton com cós mais alto
  • 2 cinta pós parto
  • 3 camisola de malha com abertura
  • 1 vestido curto com abertura para amamentação
  • Roupa para sair da maternidade (que pode ser a mesma da entrada)
  • 1 chinelo (tipo havaianas)
  • 2 pares de meias
  • 2 pacotes de absorventes noturnos
  • 1 pacote de absorventes para seios
  • 1 pomada Lansinoh para fissura nos mamilos (caso precise)
  • 1 kit miniatura com shampoo, condicionador, sabonete líquido, creme para o rosto, etc

Necessarie com itens de uso pessoal (meus e do marido) como escova e pasta de dentes, fio dental, desodorante, escova de cabelo, maquiagem básica pra ficar com carinha saudável.

Mala do papai

  • Pijama, chinelo e outras coisas do marido
  • Notebook, carregadores de celular e máquina fotográfica
  • Bebidas como água de coco e sucos, biscoitinhos, etc
  • Dinheiro, cartões e documentos 
 Espero ter ajudado!!!

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Exames feitos no recém nascido.







Exames para fazer no seu bebê.

Cuidados relacionados à prevenção não só livram você de muitas doenças como aumentam as chances de sucesso de um eventual tratamento nos casos em que, pela genética ou fatores ambientais, os cuidados não foram suficientes para afastar um problema de saúde. No caso de um recém-nascido, as precauções começam antes mesmo de deixar a maternidade quanto mais cedo melhor, porque um diagnóstico preocupante tem mais chances de ser revertido. O teste do pezinho e a tipagem sanguínea são exemplos de exames que ajudam bastante os especialistas a identificarem doenças que exigem reação urgente.

Veja os exames importantes, ainda que nem sempre obrigatórios ou oferecidos pela rede pública de saúde, que são recomendados para o recém-nascido. 

  • Teste da orelhinha. 
  • Teste da linguinha. 
  • Teste do pezinho. 
  • Teste do olhinho. 
  • Teste do coraçãozinho. 
  • Teste do quadril. 
  • Tipagem sanguínea. 

O teste da orelhinha 

É um teste obrigatório por lei que deve ser feito ainda na maternidade, nos bebês para avaliar a audição e detectar precocemente algum grau de surdez no bebê. Este teste é gratuito, fácil e não machuca o bebê.

O teste é feito através da colocação de um aparelho específico na orelha do bebê para detectar problemas auditivos, como a surdez, que dificultam a fala e aprendizagem da criança. Se o teste da orelhinha detectar algum problema, o bebê é encaminhado para o médico otorrinolaringologista, que irá orientar o melhor tratamento para o problema diagnosticado.

Quando fazer o teste da orelhinha

O teste da orelhinha deve ser feito, de preferência, no 2º ou 3º dia de vida do bebê, ainda na maternidade, porém pode ser realizado em qualquer idade caso os pais ou o pediatra desconfiem que a criança não escuta bem porque ela não reage aos sons.

Alguns sinais que podem indicar problemas auditivos no bebê são:

Não se assustar quando uma porta bate ou algo pesado cai no chão;Não ser atraído e não olhar para brinquedos que fazem barulho como chocalhos ou outros que emitem sons de animais ou músicas;Quando o bebê está distraído com algo e alguém chama pelo seu nome, e ele não olha para a pessoa.

Estes sinais podem estar presente desde os primeiros meses do bebê mas também pode surgir de forma repentina após uma infecção de ouvido, por exemplo.

Como saber se o bebê é surdo

A melhor forma de saber se o bebê não escuta bem é levá-lo ao médico para realizar exames. No consultório médico o pediatra poderá realizar alguns testes que evidenciam que a criança possui alguma deficiência auditiva e se esta for confirmada, poderá indicar o uso de um aparelho auditivo que pode ser feito sob medida.
Os bebês que tem maior risco de ter surdez ou algum grau de deficiência auditiva são aqueles que nasceram antes das 38 semanas de gestação; tiveram alguma infecção durante seu desenvolvimento na gravidez ou que nasceram com alguma síndrome.

Teste da linguinha 

é um exame padronizado que possibilita diagnosticar e indicar o tratamento precoce das limitações dos movimentos da língua. No caso dos recém-nascidos, a alimentação também pode ser prejudicada já que afeta a sucção, e isso tem levado a desmame precoce. Mas o bebê pode ter dificuldade de passar para a papinha, devido a deglutição prejudicada. O bebê que apresenta língua presa pode até machucar o seio da mãe ao sugar o leite.

Língua presa é uma alteração comum, mas muitas vezes ignorada. Está presente desde o nascimento, e ocorre quando uma pequena porção de tecido, que deveria ter desaparecido durante o desenvolvimento do bebê na gravidez, permanece na parte de baixo da língua, limitando seus movimentos.

Os pais e responsáveis podem exigir a realização do teste da linguinha nos hospitais e maternidades, o exame é rápido, não tem dor para o bebê, além de ser bastante eficaz. Se for necessário cirurgia, o procedimento é rápido, em 10 minutos, um pequeno pique e tudo estará resolvido.

Esse procedimento é importante para corrigir o quanto antes problemas que limitam a sucção da criança durante a amamentação e também evita que o bebê cresça com dificuldades na fala.

Como fazer o teste da linguinha

O teste da linguinha deve ser realizado por um profissional da área da saúde que esteja qualificado, ideal que seja um fonoaudiólogo. O exame deve ser realizado o mais cedo possível para evitar os problemas relatados, de preferência que faça o teste no primeiro mês de vida.

O profissional irá levantar a língua do bebê para averiguar se a língua está presa, e também observa quando o bebê estiver chorando e sugando.

O teste não tem nenhuma contraindicações. Recomenda-se que a avaliação do frênulo da língua seja inicialmente realizada na maternidade. Existem graus variados de língua presa, por isso a importância de haver um teste que leva em consideração os aspectos anatômicos e funcionais para fazer um diagnóstico.
A avaliação precoce é importante para que os bebês sejam diagnosticados e tratados com sucesso, por isso você mãe e pai cobrem a realização do teste, de preferência ainda na maternidade.

Teste do pezinho

Também conhecido como triagem neonatal ou rastreio neonatal, é um exame grátis e obrigatório feito em todos os bebês recém-nascidos, a partir do 3º dia de vida, que ajuda a diagnosticar algumas doenças, como Fenilcetonúria ou Hipotireoidismo congênito.

Geralmente, o teste do pezinho ajuda a diagnosticar precocemente doenças congênitas que podem ser tratadas desde os primeiros dias após o nascimento para permitir melhorar a qualidade de vida da criança.

As doenças detectadas pelo teste do pezinho básico variam conforme o Estado brasileiro, no entanto obrigatoriamente a fenilcetonúria e o hipotireoidismo congênito são sempre pesquisadas.

Doenças detectadas pelo teste do pezinho básico

  • Fenilcetonúria

A fenilcetonúria é uma doença congênita na qual o sistema digestório do bebê não consegue digerir a fenilalanina, uma proteína presente em alimentos como ovos e carne, que, quando não digerida pode se tornar venenosa para o organismo, provocando comprometimento neurológico no desenvolvimento da criança.

  • Hipotireoidismo congênito

O hipotireoidismo congênito é uma doença na qual a tireoide do bebê não consegue produzir quantidades normais de hormônios, podendo prejudicar o crescimento do bebê, assim como provocar retardo mental, por exemplo.
  • Anemia falciforme


    A anemia falciforme é um problema genético que causa alteração na forma das células vermelhas do sangue, reduzindo a capacidade para transportar oxigênio para as várias partes do corpo, podendo provocar atrasos no desenvolvimento de alguns órgãos. 

  • Hiperplasia adrenal congênita

A hiperplasia adrenal congênita é uma doença que faz com que a criança tenha uma deficiência hormonal de alguns hormônios e um exagero na produção de outros, que pode provocar crescimento excessivo, puberdade precoce ou outros problemas físicos.

  • Fibrose cística

A fibrose cística é um problema que leva à produção de uma grande quantidade de muco, comprometendo o sistema respiratório e afetando também o pâncreas. 

O que é teste do olhinho? 


Permite avaliar, já nas primeiras horas de vida, a presença de algumas doenças oculares.
Uma fonte de luz sai de um aparelho chamado oftalmoscópio, parecido com uma "lanterninha", e é observado o reflexo que vem das pupilas.
Quando a retina é atingida por essa luz, os olhos saudáveis refletem tons de vermelho, laranja ou amarelo.
Em algumas doenças, não é possível observar o reflexo ou sua qualidade é ruim, esbranquiçada.
A comparação dos reflexos dos dois olhos também fornece informações importantes, como diferenças de grau entre olhos ou o estrabismo.
O teste do olhinho previne e diagnostica doenças como a retinopatia da prematuridade, catarata congênita, glaucoma, retinoblastoma, infecções, traumas de parto e a cegueira.



O que é o Teste do Coraçãozinho?


Trata-se de um teste que deve ser realizado no recém-nascido ainda na maternidade, após as primeiras 24 horas de vida e antes da alta hospitalar para rastreio de cardiopatias congênitas críticas.
Consiste na medição da saturação (níveis de oxigênio no sangue) do bebê, através da utilização de um aparelho denominado “oxímetro”. .
Como é feito o “Teste do coraçãozinho” ou “Teste de Oximetria de Pulso”?
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A monitorização da oximetria de pulso utiliza uma fonte de luz e sensor para medir o oxigênio no sangue. Um sensor macio é enrolado à volta da mão direita e posteriormente à volta do pé do bebê . A luz que passa através da pele mede a quantidade de oxigênio no sangue. O teste é rápido (3-5 minutos) e indolor.

Por que é importante testar os bebês para descartar defeitos do coração?

Se não forem detectadas, algumas cardiopatias congênitas podem causar problemas graves ou mesmo levar à morte. O diagnóstico e o tratamento precoces, são fundamentais para preservar a vida dos bebês que nascem com essa condição

Teste do quadril para bebês



Muitas pessoas nunca ouviram falar em teste do quadril. Mas assim como o popular teste do pezinho, trata-se de um exame de prevenção realizado horas após o nascimento do bebê. Pode detectar doenças e impedir que elas se desenvolvam antes mesmo de se manifestarem os primeiros sintomas.

O Teste de Ortolani, como também é chamado, diagnostica, por meio de flexões das perninhas das crianças, a estabilidade do quadril, mostrando se há luxação. O termo mais utilizado hoje para esta doença é: Displasia do Desenvolvimento do Quadril (DDQ). Não diagnosticá-la na faixa etária que elas demonstram seus primeiros sinais, pode levar à graves repercussões clínicas no adulto. A dor decorrente do encurtamento do membro e a osteoartrose precoce podem ser algumas das consequências.

É simples e consiste em uma manobra de flexão e abdução de ambos os quadris. Sendo constatada a doença, o tratamento deve ser iniciado imediatamente. “O objetivo é a redução da articulação e a estabilização do quadril em uma posição segura”. Na fase inicial, por exemplo, existe um dispositivo chamado suspensório de Pavlik, que mantém a estabilização da posição. O uso do suspensório deve ser continuado por três meses com controles de ultrassonografia. Após este período, ele é gradativamente retirado. “Normalmente são casos de cirurgia apenas os quadros tratados tardiamente ou que não responderam ao tratamento conservador”.

Tipagem sanguínea


É a identificação do tipo de sangue – A, B, AB ou O – e seu fator Rh – positivo ou negativo. A tipagem é necessária para emergências médicas. A análise é feita a partir da amostra de sangue colhida para o teste do pezinho, 48 horas depois que o bebê nasce. É obrigatório.













sábado, 9 de julho de 2016



Mitos e verdades do pós-parto: saiba o que você pode (e o que não deve) fazer.
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Amamentar emagrece

Verdade. "O corpo da mulher gasta cerca de 700 kcal para produzir um litro de leite". Exercícios também são necessários para perder peso de forma gradual e saudável. O ideal é praticar atividades físicas durante a gestação. "Mulheres que se exercitavam durante a gravidez tendem a perder os quilos extras mais rapidamente". .
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É possível engravidar no pós-parto
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Verdade. Algumas mulheres ovulam no pós-parto. Mesmo com a ausência de menstruação, que costuma retornar depois de 7 a 9 semanas, é importante buscar um método contraceptivo adequado. "Somente o ginecologista poderá avaliar o caso e prescrever o melhor método anticoncepcional para cada mulher. No pós-parto, mulheres que amamentam diversas vezes ao dia não costumam ovular, mas o fato não pode ser considerado um método para prevenir uma nova gravidez". .
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O sangramento no pós-parto é normal
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Verdade. "existe um fluxo de sangue contínuo e intenso, com a presença de coágulos, que tende a desaparecer depois de quatro a seis semanas. Vale lembrar que a amamentação, com a sucção dos seios pelo bebê, ajuda a diminuir o sangramento".
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Após o parto devo continuar seguindo uma alimentação equilibrada
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Verdade. Verdade. Mulheres que estão amamentando devem ter atenção redobrada com a alimentação, já que determinados alimentos podem afetar o recém-nascido. "É preciso aumentar a ingestão de água, essencial para que o organismo produza o leite. O cardápio deve conter porções de frutas, legumes e verduras, carnes magras, peixes, claras cozidas, arroz e pão integrais. Recomendo evitar condimentos em excesso, que podem causar gases no bebê". .

A prisão de ventre no pós-parto é normal

Verdade. "Para evitar dores no abdômen e na cicatriz do períneo, ao fazer força para evacuar, é preciso aumentar o consumo de água e fibras, encontradas em frutas e alimentos integrais". .
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No pós-parto as relações sexuais estão proibidas
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Mito. "Após o resguardo, que dura de 30 a 40 dias, é possível retomar as relações sexuais com o parceiro, lembrando de perceber os limites do próprio corpo, que ainda está retornando a sua forma". .
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Após o parto normal, os pontos da episiotomia (corte no períneo para facilitar a passagem do bebê) podem inflamar
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Verdade. Hábitos corretos de higiene evitam o problema. "É normal sentir certo incômodo no local, que pode ser amenizado com aplicações de bolsa de gelo ou sprays específicos, prescritos pelo ginecologista ou obstetra. Se houver inflamação, o médico indicará o uso de antibióticos", orienta a ginecologista. .
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No pós-parto a mulher está proibida de carregar peso
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Verdade. "Independente do tipo de parto, nos dias seguintes as mães devem evitar dirigir, segurar sacolas de supermercado repletas de compras e segurar o filho mais velho no colo. Neste momento, as atividades devem estar relacionadas com a saúde e bem-estar do recém-nascido e da própria mulher". Ao longo das semanas é possível retornar às tarefas cotidianas gradativamente. .
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No pós-parto é preciso fazer uso de sabonetes especiais para a higiene íntima
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Mito. Recomenda se o uso de sabonete neutro. "Também é interessante fazer uma boa higiene após a evacuação, principalmente quando há pontos no períneo". .
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Respostas da obstetra Angélica Miranda e da fisioterapeuta Patrícia Marques, coordenadora do núcleo gestante do Espaço Stella Torreão, no Rio de Janeiro.

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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Saltos de desenvolvimento.

                 Saltos de desenvolvimento.


Os saltos de desenvolvimento, que vão até os 20 meses da criança, são períodos de aquisição de novas habilidades em diversos aspectos: desenvolvimento motor, desenvolvimento do controle motor fino, linguagem, desenvolvimento cognitivo e desenvolvimento social.

No período que imediatamente antecede um salto de desenvolvimento, o bebê repentinamente pode se sentir disperso à mudanças nos sistemas perceptivo e cognitivo que não foram adaptadas ainda no organismo.

Então, na tentativa de readaptação, o bebê volta à base, ou seja, à mãe, o que reflete-se em períodos de maior carência afetiva, pedem mais colo, e com frequência afetam o sono e apetite. Depois de algumas semanas essa fase difícil é superada, e o bebê demonstra ter habilidades novas.

Uma cronologia aproximada dos períodos de crise é:

– 5 semanas / 1 mês
– 8 semanas / quase 2 meses
– 12 semanas / quase 3 meses
– 19 semanas / 4 meses e meio
– 26 semanas / 6 meses
– 30 semanas / 7 meses
– 37 semanas / 8 meses e meio
– 46 semanas / quase 11 meses
– 55 semanas / quase 13 meses
– 64 semanas / quase 15 meses
– 75 semanas / 17 meses

Nesse período, é esperado que o bebê:

– Procure ficar mais perto da mãe, ou seja, sua base de tudo, pois é o que ele conhece melhor;
– Fique mais carente, precisando de colo, segurança e orientação maternal de perto;
– Coma mal e durma pior;
– Pode pedir para mamar com mais frequência;
– Comece a fazer coisas que não fazia antes da crise tal como rir, sentar, engatinhar, interagir.
– Demonstre felicidade com o final da crise e superação do desenvolvimento adquirido.

Já os picos de crescimento são fenômenos que se referem ao crescimento do bebê em si, e não ao seu desenvolvimento. Nos períodos de picos os bebês começam a solicitar mais mamadas do que o usual, pois precisam de mais alimento para crescer nesse ritmo mais acelerado.

Períodos comuns dos picos de crescimento ocorrem por volta dos 7-10 dias, 2-3 semanas, 4-6 semanas, 3 meses, 4 meses, 6 meses, 9 meses e além. Os picos continuando acontecendo no decorrer do crescimento da criança, incluindo a adolescência, momento em que mudanças físicas e emocionais são mais notáveis.

Como sempre, para lidar com essas fases onde o bebê está mais sensível e manhoso, precisamos de muita paciência e otimismo para entender que é algo passageiro e que logo as coisas voltam ao normal.

fontes: guia do bebê e the wonder weeks